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quinta-feira, 2 de maio de 2013

CLT 70 ANOS - BRASIL


CLT 70 anos: patrão e empregado buscam meios para negociação flexibilizar leis






Hoje, um empresário que reduza o horário de almoço de seus empregados para de 1 hora para 30 minutos, mas lhe dê folgas em troca pode ser punido pela fiscalização do Ministério do Trabalho. Mesmo que empregados concordem. Hoje, o que é legislado prevalece sobre o que é negociado.
Permitir que essa lógica seja invertida, entretanto, parece ter se tornado um ponto de convergência de entidades patronais e de empregados no acalorado debate sobre a flexibilização – para uns, modernização para outros – da legislação trabalhista brasileira, neste momento em que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) completa 70 anos.
Divulgação/Rossana Lana/SMABC
Santana, do SMABC: negociar para melhorar
O assunto é caro a entidades patronais como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mas também tem ganho a atenção de lideranças das duas maiores centrais sindicais do Brasil, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical.
A ideia, por exemplo, permeia a proposta de Acordo Coletivo Especial (ACE), elaborada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (SMBC) e assinada pelo atual secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre. A assessoria do sindicalista afirma que ainda não há uma posição da central sobre o assunto.
O ACE prevê que empresas que cumpram um determinado conjunto de regras – como não ter histórico de práticas antissindicais e possuir mais de 50% dos empregados sindicalizados – possam firmar acordos com as entidades representantes dos trabalhadores para flexibilizar regras previstas na legislação.
Os acordos precisam ser negociados caso a caso – ou seja, não é possível aplicá-las a convenções coletivas, feitas entre os sindicatos patronal e trabalhista e que valem para um conjunto de empregados e empresas.
“Cada local de trabalho tem as suas especificidades. Desde que a empresa cumpra as regulamentações previstas, pode negociar suas questões próprias”, diz Wagner Santana, secretário-geral do SMABC. “Por que eu não posso fazer negociação para melhorar as condições [de trabalho]?”
Presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) diz ainda ter dúvidas sobre o projeto do SMABC, mas se mostrou à aberto à ideia.
“A princípio, o projeto tem todas as garantias para a categoria fazer a negociação. Nessas condições não vejo nenhum problema [em o negociado vigorar sobre o legislado].”
É algo na linha do que a indústria busca.
“Que aquilo que fosse negociado pelos sindicatos fosse respeitado. É isso que a indústria quer: o reconhecimento e a valorização da negociação”, diz a gerente de relações do trabalho da CNI, Sylvia Lorena Teixeira de Sousa. “A nossa legislação trabalhista está desatualizada, é detalhista e tem pouco espaço para a negociação. Isso tem impedido o crescimento do País.”
Presidente do Conselho de Assuntos Sindicais da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), Ivo Dall’Acqua Júnior considera positiva a proposta do SMABC, mas limitada. Como só permite negociações empresa por empresa, o Acordo Coletivo Especial poderia gerar problemas de concorrência.
Divulgação/FecomercioSP
Dall'Acqua Júnior: proposta do ACE é insuficiente
“No caso a caso, alguma empresa poderá ser prejudicada”, diz Dall’Acqua Júnior. “Somos, sim, a favor da flexibilização e da ampliação do espaço negocial. Mas a convenção coletiva para nós é mais importante do que o acordo coletivo, que é muito para particulares.”
O representante da FecomercioSP defende a aprovação do projeto de lei 4193/2012, que prevê essa possibilidade de negociações mais amplas se sobreporem à lei, desde que não contrariem a Constituição ou as normas de higiene, saúde e segurança do trabalho.
O texto, apresentado pelo deputado Irajá Abreu (PSD-TO), aguarda parecer na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados desde outubro de 2012.
A proposta do SMABC também dormita nos escaninhos de Brasília. O documento foi apresentado em 2011 ao governo e ao então presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), mas nunca foi convertido em projeto de lei.
Questionado em abril por um representante do Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, afirmou não trabalhar com “a possibilidade de excluir direitos dos trabalhadores” e que “qualquer discussão sobre flexibilização da CLT terá isso como premissa”.
“Acho que sim [é possível alterar a CLT para fortalecer as negociações]. Mas é polêmico. Se a gente não tiver isso muito claro, você vai ter reação contrária”, diz ele.
Ressalvas
Para o coordenador de relações sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), José Silvestre Prado de Oliveira, propostas como a do ACE servem principalmente para sindicatos com grande representatividade, como no caso dos bancários de São Paulo e dos metalúrgicos do ABC. “Nesses casos fica mais fácil barganhar, e de forma consistente”, analisa Oliveira.
Mas o especialista pondera que o País, com cerca de 12 mil sindicatos, tem muitas diferenças na representatividade das entidades de classe. “Há muitos sinais de fragilidade e, nesses casos, a CLT dá parâmetros mínimos. No geral, acredito que nos sindicatos mais organizados a CLT tem um peso menor”, afirma.
“A CLT é antiga, protege pouco o trabalhador, mas nunca foi um impeditivo para que os sindicatos façam acordos com as empresas e conquistem avanços”, diz José Maria de Almeida, presidente da Conlutas.

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA


Governo do Estado inicia distribuição de 784 toneladas de sementes nesta quinta





Depois de fornecer palma resistente, ração animal e viabilizar acesso ao crédito para o agricultor, o Governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap) inicia, nesta quinta-feira (2), na cidade de Esperança, a distribuição 784 toneladas de sementes pelo programa estadual de banco de sementes. O lançamento do programa começa às 9h, na unidade frigorífica do município.
O governo estadual investiu aproximadamente R$ 6,5 milhões na compra e distribuição das sementes para mais de 200 municípios do Estado. Este ano, serão entregues 382 toneladas de milho, 180 toneladas de Feijão Macassar, 182 toneladas de Feijão Carioquinha, e 40 toneladas de sorgo (forrageiro). Os polos de distribuição serão nas cidades de Esperança, São Mamede e Alagoinha.
“O Governo atua em mais uma linha de ação para garantir a produtividade do agricultor paraibano. Estamos iniciando a distribuição em um momento preciso, com a chegada das chuvas, assegurando ao produtor do Estado uma safra melhor para este ano”, comenta o secretário de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Marenilson Batista.
A escolha das culturas a serem distribuídas foi realizada de acordo com as necessidades do Estado. “O milho e o feijão são culturas de subsistência e de maior comercialização para o agricultor familiar, já o sorgo garante a produção de ração para o rebanho”, acrescenta o secretário.
O programa vai atender prioritariamente os 98 mil agricultores familiares aderidos ao programa Garantia Safra deste ano, em 171 municípios. Entretanto, os produtores de outras cidades também serão contemplados com as sementes.
“A utilização do cadastro do Garantia Safra viabiliza a distribuição das sementes para os agricultores familiares, para que eles possam investir na produção da safra deste ano”, diz Marenilson Batista.
A distribuição das sementes, realizada pela Sedap, é acompanhada pela prestação de assistência técnica da Emater aos agricultores familiares, assegurando o bom resultado do plantio.
Secom - PB

BRASIL


Condenados do mensalão tem até hoje para recorrer de decisão judicial





O prazo para que os condenados no julgamento do processo do mensalão apresentem recursos ao Supremo Tribunal Federal  termina nesta quinta-feira (2). Os 25 condenados e os 12 absolvidos no julgamento tiveram dez dias para apresentar os embargos desde a data de publicação do acórdão, no dia 23 de abril.
Até quarta (1º), seis condenados haviam apresentado recursos: o ex-ministro José Dirceu; o empresário Marcos Valério;Simone Vasconcelos, ex-funcionária de Valério; o deputado federal Valdemar Costa Neto; Cristiano Paz, ex-sócio de Valério; e Rogério Tolentino, ex-advogado do empresário.
Apontado como "mandante" do esquema do mensalão, a defesa de Dirceu pediu nesta quarta redução da pena e reivindica ainda um novo relator para o recurso. O relator é o responsável por ouvir depoimentos de testemunhas e elaborar um relatório que serve de base para o voto dos demais ministros. Desde que o caso chegou ao Supremo, em 2006, o relator foi o ministro Joaquim Barbosa, atual presidente do Supremo, que pediu a condenação do ex-ministro no julgamento do ano passado.
Embargos
Os recursos que podem questionar as condenações no STF são de dois tipos: os embargos de declaração e os embargos infringentes.

Os embargos de declaração podem ser apresentados por condenados e absolvidos e servem para questionar contradições ou omissões no acórdão, não modificando a decisão. Pode questionar o tempo de pena ou o regime de cumprimento, por exemplo. Geralmente são os primeiros a serem apresentados.

A Procuradoria Geral da República também pode recorrer de questões relativas a absolvições ou para pedir aumento de penas. Os absolvidos também podem pedir para que o documento deixe claro a inocência, em vez de apenas indicar que não havia provas.

Já os embargos infringentes são um recurso exclusivo para aqueles réus que, embora condenados, obtiveram ao menos quatro votos favoráveis. Previstos no regimento do STF, servem para questionar pontos específicos da decisão e, se aceitos, uma condenação pode vir a ser revertida. Pelo regimento, o prazo para apresentar é de 15 dias após a publicação do acórdão. Advogados pediram o dobro do prazo, mas ainda não houve decisão. Pode ser protocolado após a publicação do julgamento do embargo de declaração.

Há dúvidas sobre se os recursos são válidos, uma vez que não são previstos em lei. O tema deve ser debatido em plenário pelos ministros.

Doze réus do processo foram condenados com 4 votos favoráveis em um dos crimes aos quais respondiam: João Paulo Cunha, João Cláudio Genú e Breno Fischberg (lavagem de dinheiro); Dirceu, Genoino, Delúbio Soares, Marcos Valério, Vasconcelos, Kátia Rabello, Hollerbach, Cristiano Paz e José Salgado (formação de quadrilha).
Terra 

ÓTIMA NOTÍCIA!!!


Menos da metade dos produtos da cesta básica está mais barata






Cinquenta e três dias após a presidente Dilma anunciar o corte de tributos na cesta básica, apenas 40% dela está de fato mais barata em supermercados de São Paulo.
Levantamento dos preços de 25 itens da cesta, realizado pela Folha em lojas de cinco redes diferentes, mostrou que, de 120 preços, 48 caíram, outros 48 subiram, enquanto 24 permaneceram estáveis.
Considerando apenas os produtos desonerados, 29 baratearam, 13 encareceram e 11 não tiveram variação.
Produtos da cesta como sabonete e manteiga, alvos do corte do governo, não tiveram seus preços alterados e, em alguns casos, chegaram até a ficar mais caros.
Carnes bovina, suína, de frango e peixes, além de manteiga, café, açúcar e itens de higiene pessoal, como sabonete e creme dental, foram desonerados.
A reportagem visitou, no mesmo horário, lojas dos supermercados Pão de Açúcar, Carrefour, Extra, Walmart e Sonda, nas zona oeste, norte e central de São Paulo, anteontem e em 11 de março -no mesmo dia em que empresários do setor varejista se comprometeram com o governo a baixar os preços.
Nas duas datas, o valor dos mesmos 25 itens, no mesmo peso e forma de apresentação, foram anotados.
DESONERAÇÃO
Anunciada pela presidente em cadeia nacional de rádio e TV no dia 8 de março, a medida acabou com a cobrança de PIS/Cofins e IPI em todos os produtos da cesta básica que na época ainda sofriam a tributação.
Procurados, os supermercados, no entanto, afirmam que é praticamente impossível que todos os itens desonerados fiquem mais baratos.
Segundo as empresas, além da inflação mensal --que em março estourou o teto de 6,5% proposto pelo governo--, o preço final também sofre influência de fatores como safra, negociação com os fornecedores dos produtos e ações promocionais feitas pela lojas.
De acordo com economistas ouvidos pela Folha, o mercado de trabalho firme, o consumo em alta e o aumento do valor de fretes abrem brechas para que o varejo repasse pressões de custos para os produtos, o que minimiza o efeito da desoneração.
PESQUISA DO PROCON
De acordo com última pesquisa da Fundação Procon-SP, em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o preço médio da cesta básica caiu de R$ 383,15, no dia 18, para R$ 382,16 na última quinta-feira --queda de 0,26% ante o período entre 11 e 18 de abril.
Nesse intervalo, o valor da cesta básica já havia registrado queda de 0,22%.
PRODUTOPREÇO, em 11.marPREÇO, em 29.abrVARIAÇÃO, em %
Sonda
Açúcar União Cristalçúcar (5 kg)R$ 10,22R$ 8,56-16%
Açúcar União Refinado (kg)R$ 1,84R$ 1,893%
Arroz Camil Tipo 1 (5kg)R$ 11,10R$ 10,98-1%
Batata Monalisa (kg)R$ 2,99R$ 3,7927%
Bisnaguinha Panco (300 g)R$ 4,19R$ 4,190%
Café 3 Corações (500 g)R$ 7,46R$ 6,29-16%
Café Pilão (500 g)R$ 7,26R$ 6,75-7%
Carne Alcatra (kg)R$ 21,99R$ 14,99-32%
Carne Contrafilé (kg)R$ 21,59R$ 24,2913%
Cebola (kg)R$ 2,99R$ 3,9331%
Farinha de Trigo Dona Benta (kg)R$ 2,14R$ 2,6122%
Goiaba Branca (kg)R$ 4,61R$ 3,85-16%
Leite Ninho Integral (1 litro)R$ 2,99R$ 3,197%
Leito Molico Integral (1 litro)R$ 2,99R$ 3,197%
Maçã Gala (kg)R$ 4,89R$ 4,992%
Macarrão Adria Activia (500 g)R$ 2,69R$ 2,690%
Manteiga Batavo c/ sal (200 g)R$ 3,79R$ 3,790%
Manteiga Elegê c/sal (200 g)R$ 3,45R$ 3,450%
Maracarrão Renata Parafuso c/ ovos (500 g)R$ 2,15R$ 2,150%
Marcarrão Adria Parafuso (500 g)R$ 1,79R$ 1,790%
Óleo Liza Girassol (900 ml)R$ 5,45R$ 5,460%
Pão de Forma Panco (500 g)R$ 4,33R$ 4,330%
Papel Higiênico Neve (8 unids.)R$ 10,38R$ 10,380%
Pasta Colgate (90 g)R$ 1,39R$ 1,31-6%
Pasta Colgate Total 12 (90 g)R$ 3,54R$ 4,1618%
Sabonete Dove esfoliação Diária (unid.)R$ 1,99R$ 1,990%
Sabonete Nivea Aveia (unid.)R$ 1,26R$ 1,23-2%
Tomate (kg)R$ 5,59R$ 4,99-11%
Wallmart
Açúcar União Refinado (kg)R$ 2,33R$ 1,95-16%
Arroz Camil Reserva Especial (5 kg)R$ 12,88R$ 12,981%
Arroz Tio João (5 kg)R$ 12,52R$ 11,78-6%
Batata Extra (kg)R$ 3,74R$ 4,4820%
Batata Extra SP (kg)R$ 3,47R$ 4,4829%
Café 3 Corações (500 g)R$ 6,88R$ 3,88-44%
Café Pilão (250 g)R$ 4,48R$ 4,480%
Carne Lombo Salgado (kg)R$ 17R$ 17,986%
Colgate Total 12 (unid.)R$ 3,90R$ 4,054%
Colgate Tripla Ação (unid.)R$ 1,60R$ 1,600%
Farinha de Trigo Dona Benta (kg)R$ 2,14R$ 2,3811%
Feijão Caldo Bom Ouro (kg)R$ 4,78R$ 6,7842%
Feijão Carioca Máximo (kg)R$ 4,75R$ 4,842%
Leite Ninho Integral (1 litro)R$ 2,88R$ 3,046%
Maçã Fuji (kg)R$ 4,60R$ 5,4819%
Macarrão Adria Parafuso (500 g)R$ 1,56R$ 1,48-5%
Macarrão de Semola c/ Ovos Renata (500 g)R$ 1,88R$ 1,880%
Manteiga Extra c/ sal (200 g)R$ 3,38R$ 4,3830%
Óleo Liza (900 ml)R$ 3,47R$ 3,14-10%
Pão de forma Wickbold Tradicional (500 g)R$ 3,58R$ 3,18-11%
Papel Higiênico Neve (8 unid.)R$ 12,50R$ 11,50-8%
Pera Williams (kg)R$ 4,58R$ 4,989%
Pimentão Verde (kg)R$ 3,80R$ 6,3868%
Sabonete Dove (unid.)R$ 1,95R$ 1,70-13%
Sabonete Nivea (unid.)R$ 1,04R$ 1,03-1%
Tomate Salada (kg)R$ 6,98R$ 5,48-21%
Carrefour
Açúcar União Refinado (1 kg)R$ 1,99R$ 1,990%
Arroz Camil Tipo 1 (5 kg)R$ 10,99R$ 10,89-1%
Batata Monalisa (kg)R$ 3,95R$ 4,3911%
Café Pilão (500 g)R$ 7,89R$ 7,79-1%
Carne Contrafilé (1 kg)R$ 22,90R$ 18,79-18%
Cerne Toucinho (1 kg)R$ 5,99R$ 3,99-33%
Colgate (90 g)R$ 2,15R$ 2,09-3%
Colgate Total 12 (70 g)R$ 3,95R$ 3,49-12%
Farinha de Trigo Dona Benta (1 kg)R$ 2,15R$ 2,150%
Feijão Camil Preto (1 kg)R$ 4,69R$ 4,894%
Jiló (kg)R$ 6,49R$ 7,2912%
Leite Ninho (1 litro)R$ 3,05R$ 3,091%
Maçã Fuji (kg)R$ 6,49R$ 6,896%
Maça Red (kg)R$ 6,49R$ 6,693%
Macarrão Adria Prafuso (500 g)R$ 1,65R$ 1,650%
Manteiga Batavo c/sal (200 g)R$ 4,85R$ 4,850%
Manteiga Elegê Extra c/ Sal (200 g)R$ 4,39R$ 4,390%
Óleo Liza (900 ml)R$ 3,35R$ 3,09-8%
Pão de forma Wickibold Tradidional (500 g)R$ 3,09R$ 3,7923%
Papel Dualette Premium (12 unid.)R$ 12,40R$ 11,90-4%
Pimentão Vermelho Estufa (kg)R$ 6,25R$ 8,1530%
Sabonete Dove Azul (unid)R$ 1,79R$ 1,790%
Sabonete Lux Buquê dos Sonhos (unid.)R$ 0,94R$ 0,951%
Pâo de Açúcar
Açúcar União Cristalçúcar (1 kg)R$ 2,59R$ 2,35-9%
Arros Camil Reserva (5 kg)R$ 13,69R$ 12,39-9%
Arroz Camil Tipo 1 (5 kg)R$ 11,29R$ 10,69-5%
Banana Prata (kg)R$ 3,99R$ 3,19-20%
Batata Super (kg)R$ 4,55R$ 4,989%
Bisnaguinha Scooby Doo (300 g)R$ 3,99R$ 3,990%
Café Pilão (500 g)R$ 7,99R$ 7,980%
Carme AlcatraR$ 20,59R$ 19,79-4%
Carne ContrafiléR$ 20,89R$ 19,99-4%
Cebola (kg)R$ 4,98R$ 4,980%
Colgate Tripla Ação (unid.)R$ 1,69R$ 1,59-6%
Farinha de Trigo Dona Benta (1 kg)R$ 3,95R$ 2,39-39%
Feijão Camil Preto (1 kg)R$ 4,39R$ 4,697%
Leite Ninho (1 litro)R$ 3,19R$ 3,15-1%
Maça Fuji (kg)R$ 5,29R$ 5,9913%
Manteiga Batavo c/sal (200 g)R$ 4,65R$ 4,793%
Manteira Aviação (200 g)R$ 4,99R$ 5,194%
Marcarrão Adria Parafuso (500 g)R$ 1,69R$ 1,8912%
Óleo Liza (900 ml)R$ 3,39R$ 3,15-7%
Pão Wickibold Grão Sabor (500 g)R$ 6,99R$ 6,990%
Papel Higiênico Neve (8 unids.)R$ 12,39R$ 11,19-10%
Sabonete Nivea Aveia (unid.)R$ 1,09R$ 1,199%
Tomate (kg)R$ 6,75R$ 5,98-11%
Extra
Arroz Camil Tipo 1 (5 kg)R$ 11,39R$ 10,29-10%
Batata (kg)R$ 3,95R$ 4,9826%
Berinjela (kg)R$ 2,49R$ 4,5583%
Binasquinha Pullman (300 g)R$ 3,99R$ 3,990%
Café Pilão (500 g)R$ 7,98R$ 7,80-2%
Carne Contrafilé (kg)R$ 22,09R$ 18,79-15%
Carne Filé de Peito Bife (kg)R$ 14,19R$ 14,996%
Colgate Tripla Ação (90 g)R$ 1,49R$ 1,39-7%
Feijão Camil Preto (1 kg)R$ 4,29R$ 4,699%
Leite Ninho (1 litro)R$ 3,15R$ 3,09-2%
Maça Fuji (kg)R$ 4,79R$ 5,9825%
Macarrão Adria Gravata (500 g)R$ 2,59R$ 2,590%
Manteiga Avição (200 g)R$ 4,89R$ 4,992%
Óleo Liza (900ml)R$ 3,39R$ 3,19-6%
Pão de Forma Pulman Tradicional (500 g)R$ 4,29R$ 3,99-7%
Pimentão Amarelo (kg)R$ 6,85R$ 8,9831%
Sabonete Nivea (unid)R$ 1,09R$ 1,090%
Sal Refinado Cisne (kg)R$ 1,19R$ 1,3513%
Sal Refinado Qualitá (kg)R$ 1,13R$ 1,2813%
Tomate (kg)R$ 7,69R$ 3,98-48%
Uol 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

ESPORTE

Flamengo realiza treino beneficiente em prol das vítimas da seca na Paraíba; técnico elogia equipe do Campinense

Campinense e Flamengo se enfrentam nesta quarta-feira (1º) pela segunda fase da Copa do Brasil. Jogo acontecerá no estádio Amigão, em Campina Grande



O treino do clube carioca para o jogo contra o Campinense, realizado na tarde desta terça-feira (30), funcionou como jogo beneficente em prol das vítimas da seca na Paraíba. Foi cobrado 1kg de alimento não perecível para que os torcedores recebessem o passaporte de entrada no estádio Ernani Sátyro (O Amigão), em Campina Grande. Os alimentos serão doados às vítimas da estiagem que tem assolado o semiárido paraibano.
A iniciativa foi do Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer. O secretário da Juventude, Esporte e Lazer, Tibério Limeira, destacou a importância desta iniciativa. “O Governo do Estado tem trabalhado com uma política séria na área de esporte e esta ação servirá ainda mais para contribuir com a política de assistência social”, declarou o secretário.
O time carioca, Clube de Regatas do Flamengo, chegou à Paraíba no início da madrugada desta terça-feira (30) no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, em João Pessoa.
Campinense e Flamengo se enfrentam pela segunda fase da Copa do Brasil nesta quarta-feira (1°), a partir das 21h50.
Técnico do Flamengo elogiou o Campinense
O treinador do rubro negro carioca, Jorginho, elogiou o potencial do clube paraibano. Ele espera que o Flamengo encare um time agressivo, habilidoso e de grande potencial técnico.
“O Campinense é uma equipe com qualidade técnica, guerreira. Não acredito que eles vão em entrar em campo para se defender. Penso que será uma partida aberta, que será muito bom para todos. Se forem duas partidas, serão dois duelos abertos. Caso seja só um, o que seria muito bom para a gente, mas improvável de acontecer, também será ótimo”, afirmou Jorginho.
O técnico deve manter a mesma escalação que vem autuando nos últimos jogos do Carioca e no confronto de volta na Copa do Brasil, contra o Remo. Logo, Felipe, Leonardo Moura, Renato Santos, Marcos González e Ramon; Amaral, Elias, Renato Abreu e Gabriel; Rafinha e Hernane devem compor o time de titulares nesta quarta-feira.

PÓLO INDUSTRIAL DE PERNAMBUCO/PARAÍBA


Empresários de Pernambuco querem ação com a Paraíba para polo produtivo

Jorge Côrte Real destacou que os estados deveriam, por exemplo, buscar ações conjuntas no semiárido e também verificar quais as vocações competitivas podem ser exploradas para dinamizar a economia
Divisa dos dois Estados será polo industrial


Divisa dos dois Estados será polo industrialA Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe) defende mais ações conjuntas com a Paraíba para consolidar polos produtivos e gerar desenvolvimento econômico sustentável. O presidente da Federação, Jorge Côrte Real, avaliou que a proposta de criação de um núcleo nos municípios do entorno da fábrica da Fiat é bastante produtiva e disse que os estados deveriam estudar melhor a fronteira para identificar novas potencialidades econômicas.
“Isso é fundamental quando se fala em desenvolvimento regional. Quanto mais avançar para a Paraíba, melhor, e não só nos municípios de Pernambuco. Temos que consolidar polos produtivos porque nenhuma microrregião se desenvolve sozinha, tem que crescer de forma sustentável. Temos muito potencial de fazer ações conjuntas, temos condições parecidas. Nossa fronteira é grande e esse desenvolvimento mútuo pode ajudar muito”, afirmou.
Jorge Côrte Real destacou que os estados deveriam, por exemplo, buscar ações conjuntas no semiárido e também verificar quais as vocações competitivas podem ser exploradas para dinamizar a economia. Ele disse que é possível fazer pesquisas para identificar essas potencialidades, entre estas algumas tradicionais como têxteis, algodão e mandioca. Além disso, ele defende buscar novas oportunidades e vocações na área e focar em ações que melhorem a infraestrutura.
O presidente da Fiepe frisou que os estados estão demonstrando uma ação de grande potencial de desenvolvimento que é na área onde será instalada a montadora de veículos. Ele acredita que a proposta de criação da Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento (Ride) poderá alavancar ainda mais o crescimento na área. Jorge Côrte avaliou que a Paraíba possui produtos que se integram para compor um arranjo produtivo na fronteira, como as fábricas de cimento.
Ele também afirmou que a duplicação da BR-101 já trouxe um ambiente mais favorável para investimentos entre os estados. “A Fiat terá uma repercussão forte na Paraíba. O mercado imobiliário terá incremento por conta dos investimentos, porque é mais próximo que Recife. A Paraíba deve ser incluída nessa região de influência e essa integração é fundamental para consolidar esse polo da região”, avaliou.
O presidente da Fiepe, Jorge Côrte Real, disse que Pernambuco tem se preocupado com a potencialização dos investimentos estruturantes e que trazem uma gama de empresas que gerem mais investimentos e empregos. Ele relatou que a Federação tem buscado apoiar o governo na promoção econômica e capacitação da mão de obra. Ele contou, ainda, que o estado tem utilizado como instrumentos para atração de empreendimentos a infraestrutura, como o porto de Suape, e incentivos fiscais. Jorge Côrte disse que os principais focos são os pólos petroquímicos e o naval, além do automotivo.
Empreendimentos devem gerar negócios
Para o professor de economia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Alysson André Cabral, a Paraíba também tem atraído empresas, mas precisa trazer empreendimentos que tenham capacidade de gerar outros negócios e desdobrar processos que beneficiem a economia de forma mais ampla. Segundo ele, falta mais força política para conseguir a instalação de empreendimentos e obras estruturantes que são conseguidas em Pernambuco.
“Nossa indústria tem se mantido com uma participação interessante no PIB, mas a qualidade da indústria que vem deixa a desejar porque tem pouca capacidade de gerar negócios correlatos. Mesmo atraindo empresas, não estamos atraindo empreendimentos que possam desencadear isso. Estamos conseguindo mais indústrias de calçados, roupas, e o efeito multiplicador é pequeno”, afirmou.
De acordo com o professor, as ações em parceria entre os estados são produtivas, mas a Paraíba não pode apenas buscar benefícios através do crescimento econômico de Pernambuco. “O Estado não dispõe de infraestrutura, não temos porto gigantesco como Suape e as empresas precisam disso para embarcar suas produções. É algo necessário para atrair investimento. Aeroporto também é necessário, mas o que temos é basicamente o transporte terrestre”, avaliou.
O professor Alysson Cabral também avaliou que é bastante positiva a criação da Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento, que vai agrupar Alhandra, Caaporã, Conde, Pedras de Fogo e Pitimbu, na Paraíba, e Goiana, Igaraçu, Itamaracá e Itapissuma, em Pernambuco, envolvendo o local de instalação da fábrica da Fiat. O projeto de criação do núcleo está sendo formulado pelos governos dos dois estados e a ideia é captar recursos públicos para investir em infraestrutura e atrair mais empresas.
“Quer queira, quer não, vamos nos beneficiar muito porque a fábrica trará um desdobramento para nosso estado. Nossa capital está muito mais próxima do que Recife e, além das fábricas, vamos ter o pessoal qualificado que virá morar aqui, em João Pessoa e no Conde. Essas ações conjuntas são positivas”, destacou.

BRASIL

569 projetos de lei do Congresso tentam impor mudanças na CLT


Ao completar sete décadas de existência, o conjunto de leis que reuniu sob o mesmo guarda-chuva a legislação trabalhista do país e garantiu aos trabalhadores direitos como férias remuneradas, licença-maternidade e salário mínimo pode sofrer alterações. Levantamento do G1 na Câmara dos Deputados e no Senado revelou que, atualmente, há 569 propostas parlamentares em tramitação no Congresso sugerindo mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que completa 70 anos nesta quarta-feira (1º).
Criada por meio de um decreto-lei em 1º de maio de 1943, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas (1937-1945), a CLT conta com os mesmos 922 artigos desde que nasceu. Hoje, no entanto, o conjunto de leis trabalhistas é alvo de 437 projetos de lei na Câmara dos Deputados e de outros 132 no Senado, segundo informações fornecidas pelas duas casas legislativas.
As propostas apresentadas pelos congressistas, elaboradas tanto por representantes do setor produtivo quanto dos trabalhadores, propõem desde a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais até a suspensão do contrato trabalhista em caso de crise econômico-financeira das empresas.
Parte das modificações nas normas que regem as relações de trabalho no Brasil coloca em trincheiras opostas empregados, patrões e o governo federal. O Palácio do Planalto, por exemplo, tem mobilizado sua base aliada na Câmara para impedir a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim ao fator previdenciário, fórmula que estimula o retardamento da aposentadoria.
De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), parlamentar que integra a base governista, o projeto prevê a fixação do benefício a partir da média aritmética dos últimos salários de contribuição. O governo alega que a aprovação da proposta causaria um prejuízo bilionário aos cofres da Previdência Social. Diante das pressões do Planalto, a proposta se arrasta desde 2008 na Casa.
“Essa fórmula rouba na hora da aposentadoria cerca de 50% do salário da mulher, e de 45% do salário do homem. Felizmente, o Senado já aprovou, em 2008, a nossa proposta que acaba de vez com o famigerado fator. Infelizmente, o projeto está parado há cinco anos na Câmara, na mão dos deputados federais”, reclamou Paim na tribuna do Senado, na última segunda (29).
Outro projeto que causa polêmica no parlamento é o que propõe a regulamentação do trabalho terceirizado. A proposta, de autoria do empresário e deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO), é apontada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) como uma das prioridades legislativas do empresariado.
Em dezembro, a entidade divulgou um documento com 101 propostas de modernização das leis trabalhistas, com sugestões para atualizar a CLT, e destacou a proposta que trata sobre o trabalho terceirizado como uma das mais importantes para o setor.
O projeto de Mabel regula os contratos de prestação de serviço a terceiros e as relações de trabalho que decorrem dessas parcerias. Apesar da argumentação da CNI de que o projeto irá aumentar a rede de proteção aos funcionários contratados de forma indireta, a Justiça do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho veem a proposta do peemedebista com ressalvas.
Para o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Carlos Alberto Reis de Paula, deputados e senadores têm de “refletir” para estabelecer os marcos legais da terceirização.
“Me preocupa a filosofia a ser adotada. Se estivermos precarizando o trabalho, reduzindo garantias dos trabalhadores, isso nos preocupa muito. Se você estabelecer que quem vai responder pelas obrigações trabalhistas é quem fornece o empregado, o que irá ocorrer se a empresa for inadimplente? Não me agrada a menção de que a responsabilidade é subsidiária”, enfatizou o magistrado ao G1.
O trecho polêmico da legislação, destacado pelo presidente do TST, ressalta que a empresa que contrata os serviços é “subsidiariamente” responsável pelas obrigações trabalhistas dos funcionários terceirizados. O texto diz ainda que, em caso de ser obrigado a assumir dívidas trabalhistas da empresa contratada, o empresário poderá solicitar judicialmente ressarcimento do valor pago ao trabalhador e das despesas processuais.
Para a gerente de Relações de Trabalho da CNI, Sylvia Lorena Teixeira de Sousa, ao contrário das críticas que vem sofrendo, a proposta da responsabilidade subsidiária protege o trabalhador.

“Esse projeto traz essa proteção. As pessoas confundem que terceirização é sinônimo de precarização. Precarizar é ter trabalhadores sem carteira assinada”, reclamou Sylvia.
Especialista em advocacia trabalhista, o procurador-geral do Trabalho, Luís Antônio Camargo de Melo, também defende mudanças na CLT. O chefe do Ministério Público do Trabalho, contudo, disse ao G1 que limitaria as modificações no conjunto de leis ao capítulo que trata sobre o direito coletivo do trabalho. Camargo de Melo critica o fato de a legislação engessar a criação de sindicatos.
“Fala-se em modernização da legislação do trabalho. A melhor forma de você modernizar a legislação do trabalho é fazer com que as partes construam essa via, investindo em negociação coletiva. Como você vai investir na negociação coletiva se você tem uma estrutura anacrônica, que ainda está submetida à vontade do estado”, disparou.

G1

POLÍTICA

Senador Cássio Cunha Lima recebe da AL a Medalha Senador Humberto Lucena


A Assembleia aprovou nesta terça (30) a Medalha de Honra ao Mérito Legislativo Senador Humberto Lucena ao senador Cássio Cunha Lima (PSDB).
A propositura da homenagem tem como autor o deputado estadual Domiciano Cabral (DEM). A propositura foi aprovada por unanimidade do plenário, inclusive com votos de parlamentares que já fizeram oposição ao senador Cássio. A bancada petista votou favorável, os peemedebistas também.
A Medalha Senador Humberto Lucena é concedida a personalidades com relevantes serviços prestados a Paraíba.

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