CAAPORÃ PB NOTÍCIAS

sábado, 14 de maio de 2011

CIDADANIA

AÇÃO GLOBAL DA UM SHOW DE CIDADANIA EM CAAPORÃ

Realmente este sábado será marcado na historia de Caaporã, A "Ação global" vai deixar para o povo Caaporense, uma história de Cidadania e responsabilidade social. O municipio está em clima de festa e as pessoas realizando sonhos, desejos e tendo toda atenção de vários profissionais de diversas áreas.

 Profissionais da Saúde (verificação de Diabetes )
Socorro Brito, Prefeito Dr. João e Dra. Ivanilda 1ª dama
          Comandante da 3ªCia Cap. Benevides e seus auxiliares
  um dos serviços oferecidos na Ação globoal é a oficina de corte de cabelo 
          Eduardo Carlos( Presidente da Rede Paraíba de Comunicação), Socorro Brito, Dr. João, Dra. Ivanilda e Buega Gadelha ( Presidente da FIEP)

CIDADE

CAAPORÃ: PB 044 COLOCA MOTORISTAS EM RISCO POR CAUSA DE BURACOS

Os motoristas que trafegam pela PB-044, estão correndo riscos constantes devido a falta de manutenção da rodovia. Sem sinalização e com enormes crateras, os motoristas precisam fazer malabarismos para poder trafegar, o que pode ocasionar acidentes. O DER está constantemente na rodovia fazendo blitzs, principalmente nos finais de semana, mas infelizmente, naão tem tomado providências no sentido de resolver os graves problemas da rodovia como, por exemplo, a capinação do mato que fica as margens da rodovia, a colocação de placas de sinalização e a pintura das faixas de sinalização ao longo da rodovia.



Hoje, pela manhã, flagramos momentos de tensão entre motoristas no trecho mais crítico da rodovia, que fica numa área urbana bem movimentada, próximo a praça de eventos do município e dos quiosques, onde temos muitos casos de pequenos acidentes envolvendo veículos. Somente este ano mais de três pessoas morreram em acidentes graves ao longo da rodovia, no techo que passa por Caaporã.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A SAÚDE DA PB ESTÁ MAL

Caos na Saúde da Paraíba: Cartaxo entrega dossiê no Ministério da Saúde



Cartaxo e Josilda Valença
Cartaxo e Josilda Valença (
O deputado estadual Luciano Cartaxo (PT – PB) entregou, hoje à tarde (05), a Josilda Valença, chefe de gabinete do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, um dossiê contendo informações sobre o caos na saúde pública da Paraíba, especialmente o problema da superlotação no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa.
Um relatório produzido pelo Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba (CRM - PB) foi entregue pelo parlamentar. No documento, o órgão informa sobre a situação de Patos: UTI neonatal interditada e médicos entregando plantões extras e de sobreaviso no Hospital Noaldo Leite; diretores entregando cargos e médicos entregando plantões extras e de sobreaviso no Hospital Janduhy Carneiro, assim como na Maternidade Peregrino Filho.
Em Campina Grande, os relatos são de condições precárias de funcionamento do Hospital de Urgência e Emergência e de que os médicos da unidade de cuidados intensivos alertam que não podem ser responsabilizados pelos pacientes que estão sendo atendidos fora da unidade. No Hospital Regional, o problema é que os médicos não têm condições de dobrarem os plantões o que, segundo o órgão, compromete o atendimento.
O Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, na Capital, está superlotado e os doentes estão sendo atendidos em macas improvisadas nos corredores. A higiene é precária, aumentando o perigo de infecção. Fotos feitas por uma comitiva de deputados estaduais durante visita à unidade, na última terça-feira, foram anexadas ao dossiê entregue no Ministério da Saúde, além de reportagens e artigos de opinião de jornais e sites. No Hospital Infantil Arlinda Marques, também em João Pessoa, o grande problema é a superlotação.
Os médicos que atendem nos hospitais municipais de João Pessoa decidiram encaminhar pedido de demissão coletiva ao prefeito Luciano Agra, caso a Justiça considere ilegal a greve da categoria, suspensa em 25 de abril após 22 dias de mobilização por melhores salários e condições de trabalho. A decisão foi tomada na noite da última terça-feira (3) durante assembleia.
Diante disso, o deputado estadual Luciano Cartaxo decidiu buscar apoio do Ministério da Saúde para resolver a situação do caos na Paraíba. “Tomei a iniciativa de vir diretamente ao Ministério da Saúde porque essa crise está ameaçando diretamente vidas humanas. Por isso, precisamos do apoio do Ministro para que medidas emergenciais sejam efetivadas. É preciso, também, que o Governador abra um diálogo com os profissionais da área de Saúde e com suas entidades representativas para que, juntos, possam contribuir para a solução dessa grave crise”, afirmou o parlamentar.

POLÍTICA

Marta revela que Wilson Santiago está triste com decisão do STF




Wilson e Marta
A senadora Marta Suplicy (PT) revelou, no programa radiofônico Correio Debate (98 FM), que conversou com o senador paraibano Wilson Santiago (PMDB), nesta quarta-feira (04). "Ele estava muito triste com a decisão do Ministro Joaquim Barbosa, do STF." disse Marta.
Suplicy ainda revelou que o Senado Federal, na qual é vice-presidente, ainda não discutiu a sucessão para a 2º Vice-Presidência da Casa, que continua com o senador Wilson Santiago. "Vamos discutir esse assunto apenas na semana que vem, quando deve assumir o senador Cássio Cunha Lima." finalizou Marta Suplicy.

CHUVAS NO SERTÃO PARAIBANO

Chuvas fortes alagam ruas de Cajazeiras



Ruas alagadas
Ruas alagadas
As fortes chuvas que vem caindo na cidade de Cajazeiras nesta quarta (4) e quinta-feiras (5) vêm causando inúmeros transtornos à população, em especial nas áreas baixas e sem infraestrutura.




Água inunda casa
Água inunda casa
A chuva de 60 mm que caiu na cidade foi o suficiente para inundar rapidamente muitas ruas de Cajazeiras. O período chuvoso se estendeu até a tarde desta quinta e várias famílias ficaram prejudicadas. Eletrodomésticos foram perdidos.



Águas invadem ruas
Águas invadem ruas
As ruas mais afetadas foram: João Cassemiro de Lira e Mariana de Abreu, no Bairro de Capoeiras, zona sul da cidade. Os prejuízos materiais ainda não foram avaliados pela Defesa Civil do município.
Algumas pessoas reclamaram que os canais de escoamento de água pluvial estavam obstruídos com lixo que não foi coletado pela prefeitura.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e compareceu aos locais de alagamento, prestando ajuda socorro às famílias que tiveram suas casas invadidas pela água. Não há registro de vítimas e nem de pessoas desabrigadas, mas a Secretaria de Promoção Social do município se comprometeu a ajudar às pessoas que tiveram prejuízos materiais.

BRASIL

Supremo Tribunal Federal reconhece união estável de homossexuais


O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, por unanimidade, nesta quinta-feira (5) a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar. Na prática, as regras que valem para relações estáveis entre homens e mulheres serão aplicadas aos casais gays. Com a mudança, o Supremo cria um precedente que pode ser seguido pelas outras instâncias da Justiça e pela administração pública.
O presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, concluiu a votação pedindo ao Congresso Nacional que regulamente as consequência da decisão do STF por meio de uma lei. “O Poder Legislativo, a partir de hoje, tem que se expor e regulamentar as situações em que a aplicação da decisão da Corte seja justificada. Há, portanto, uma convocação que a decisão da Corte implica em relação ao Poder Legislativo para que assuma essa tarefa para a qual parece que até agora não se sentiu muito propensa a exercer”, afirmou Peluso.
De acordo com o Censo Demográfico 2010, o país tem mais de 60 mil casais homossexuais, que passam a ter assegurados direitos como herança, comunhão parcial de bens, pensão alimentícia e previdenciária, licença médica, inclusão do companheiro como dependente em planos de saúde, entre outros benefícios.
Em mais de dez horas de sessão, os ministros se revezaram na defesa do direito dos homossexuais à igualdade no tratamento dado pelo estado aos seus relacionamentos afetivos. O julgamento foi iniciado nesta quarta-feira (4) para analisar duas ações sobre o tema propostas pela Procuradoria-Geral da República e pelo governo do estado do Rio de Janeiro.
Em seu voto, o relator do caso, ministro Ayres Britto foi além dos pedidos feitos nas ações que pretendiam reconhecer a união estável homoafetiva. Baseada nesse voto, a decisão do Supremo sobre o reconhecimento da relação entre pessoas do mesmo sexo pode viabilizar inclusive o casamento civil entre gays, que é direito garantido a casais em união estável.
A diferença é que a união estável acontece sem formalidades, de forma natural, a partir da convivência do casal, e o casamento civil é um contrato jurídico formal estabelecido entre suas pessoas.
A lei, que estabelece normas para as uniões estáveis entre homens e mulheres, destaca entre os direitos e deveres do casal o respeito e a consideração mútuos, além da assistência moral e material recíproca.
A extensão dos efeitos da união estável aos casais gays, no entanto, não foi delimitada pelo tribunal. Durante o julgamento, o ministro Ricardo Lewandowski foi o único a fazer uma ressalva, ao afirmar que os direitos da união estável entre homem e mulher não devem ser os mesmos destinados aos homoafetivos. Um exemplo é o casamento civil.
“Entendo que uniões de pessoas do mesmo sexo, que se projetam no tempo e ostentam a marca da publicidade, devem ser reconhecidas pelo direito, pois dos fatos nasce o direito. Creio que se está diante de outra unidade familiar distinta das que caracterizam uniões estáveis heterossexuais”, disse Lewandowski.
"Esse julgamento marcará a vida deste país e imprimirá novos rumos à causa da homossexualidade. O julgamento de hoje representa um marco histórico na caminhada da comunidade homossexual. Eu diria um ponto de partida para outras conquistas", afirmou o ministro Celso de Mello.
Julgamento
No primeiro dia de sessão, nove advogados de entidades participaram do julgamento. Sete delas defenderam o reconhecimento da união estável entre gays e outras duas argumentaram contra a legitimação.
A sessão foi retomada, nesta quinta, com o voto do ministro Luiz Fux. Para ele, não há razões que permitam impedir a união entre pessoas do mesmo sexo. Ele argumentou que a união estável foi criada para reconhecer “famílias espontâneas”, independente da necessidade de aprovação por um juiz ou padre.
“Onde há sociedade há o direito. Se a sociedade evolui, o direito evolui. Os homoafetivos vieram aqui pleitear uma equiparação, que fossem reconhecidos à luz da comunhão que tem e acima de tudo porque querem erigir um projeto de vida. A Suprema Corte concederá aos homoafetivos mais que um projeto de vida, um projeto de felicidade”, afirmou Fux.
“Aqueles que fazem a opção pela união homoafetiva não podem ser desigualados da maioria. As escolhas pessoais livres e legítimas são plurais na sociedade e assim terão de ser entendidas como válidas. (...) O direito existe para a vida não é a vida que existe para o direito. Contra todas as formas de preconceitos há a Constituição Federal”, afirmou a ministra Cármen Lúcia.
Preconceito
O repúdio ao preconceito e os argumentos de direito à igualdade, do princípio da dignidade humana e da garantia de liberdade fizeram parte das falas de todos os ministros do STF.
“O reconhecimento hoje pelo tribunal desses direitos responde a grupo de pessoas que durante longo tempo foram humilhadas, cujos direitos foram ignorados, cuja dignidade foi ofendida, cuja identidade foi denegada e cuja liberdade foi oprimida. As sociedades se aperfeiçoam através de inúmeros mecanismos e um deles é a atuação do Poder Judiciário”, disse a ministra Ellen Gracie.
“Estamos aqui diante de uma situação de descompasso em que o Direito não foi capaz de acompanhar as profundas mudanças sociais. Essas uniões sempre existiram e sempre existirão. O que muda é a forma como as sociedades as enxergam e vão enxergar em cada parte do mundo. Houve uma significativa mudança de paradigmas nas últimas duas décadas”, ponderou Joaquim Barbosa.
O ministro Gilmar Mendes ponderou, no entanto, que não caberia, neste momento, delimitar os direitos que seriam consequências de reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo. “As escolhas aqui são de fato dramáticas, difíceis. Me limito a reconhecer a existência dessa união, sem me pronunciar sobre outros desdobramentos”, afirmou.
Para Mendes, não reconhecer o direitos dos casais homossexuais estimula a discriminação. “O limbo jurídico inequivocamente contribui para que haja um quadro de maior discriminação, talvez contribua até mesmo para as práticas violentas de que temos noticia. É dever do estado de proteção e é dever da Corte Constitucional dar essa proteção se, de alguma forma, ela não foi engendrada ou concedida pelo órgão competente”, ponderou.
Duas ações
O plenário do STF concedeu, nesta quinta, pedidos feitos em duas ações propostas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo governo do estado do Rio de Janeiro.
A primeira, de caráter mais amplo, pediu o reconhecimento dos direitos civis de pessoas do mesmo sexo. Na segunda, o governo do Rio queria que o regime jurídico das uniões estáveis fosse aplicado aos casais homossexuais, para que servidores do governo estadual tivessem assegurados benefícios, como previdência e auxílio saúde.
O ministro Dias Toffoli não participou do julgamento das ações. Ele se declarou impedido de votar porque, quando era advogado-geral da União, se manifestou publicamente sobre o tema.

CHUVAS NA PARAÍBA

Governo decreta estado de emergência em pelo menos doze cidades



O governador Ricardo Coutinho visitou na manhã desta quinta-feira (5) as áreas atingidas pela enchente do Rio Paraíba nas cidades de Santa Rita e Bayeux e anunciou que irá decretar estado de emergência em todos os municípios atingidos pelos efeitos da chuva. O objetivo é oferecer mais agilidade na resolução dos problemas vivenciados pelas populações.
O que vai determinar quais municípios serão incluídos no decreto é um relatório da Defesa Civil Estadual. O tenente-coronel Rufino, coordenador do órgão disse que o decreto vai beneficiar 12 cidades. A Secretaria de Comunicação adiantou que vão estar incluídas as seguintes cidades:Santa Rita, Bayeux, Areia, Ingá, Itabaiana, Mogeiro e Natuba.

                                            Santa Rita amanheceu alagada


Durante a visita desta manhã o governador explicou que, de posse do levantamento dos estragos e das obras estruturantes prioritárias, irá solicitar apoio ao Ministério da Integração. “Não vamos atrás de cesta básica ou colchão quero que o Ministério nos possibilite resolver de forma definitiva os estragos das enchentes”, disse.

Clique aqui para ver vídeos do Polêmica Paraíba da situação em Santa Rita.
Segundo o governador, as demais secretarias do Estado estão dando apoio às famílias atingidas pela enchente com relocação, doação de alimentos e ações de diagnóstico e tratamento contra doenças como cólera e leptospirose. O Corpo de Bombeiros está utilizando equipes e botes para socorrer as famílias.

O governador também determinou à Companhia Estadual de Habitação (Cehap) que priorize as famílias em zona de alagamento dentro do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, assim como o programa PSH em parceria com as prefeituras, disponibilizando casas para a população de baixa renda. Ricardo informou que as 2 mil casas destinadas a Santa Rita serão concedidas prioritariamente para as vítimas das enchentes.
Na última terça-feira (3) a Prefeitura de Campina Grande também decretou estado de emergência na cidade, devido às chuvas fortes que caem desde a última semana e que culminaram numa série de estragos.

POLICIAL

Paraíba é terceiro estado com mais mortes por armas de fogo no país

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Um estudo feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra o número de homicídios praticados com armas de fogo no Brasil. Em 2009, ano dos últimos dados disponíveis no Ministério da Saúde, a média de utilização das armas em assassinatos foi de 71,2% - cifra menor que o recorde de 71,6% de 2007. Alagoas, Bahia, Paraíba, Rio de Janeiro e Pernambuco lideram o ranking nacional com, respectivamente, 83,3%, 81,3%, 80,5%, 80,1% e 78,9%.
No ranking das capitais mais violentas em relação às mortes por armas de fogo, Salvador, Vitória, Maceió, Recife e Rio de Janeiro lideraram em 2009. O estudo revela que o Norte do país é a região onde menos se usam armas de fogo na prática de homicídios – nas capitais Boa Vista, Palmas, Macapá e Rio Branco, por exemplo, o índice não chega a 50%. “Nessa regiões, o acesso às armas não é comum e outros instrumentos letais são utilizados”, explica Ziulkoski.
Segundo Ziulkoski, "a CNM está dando continuidade ao mapeamento da violência armada nos Municípios para orientar os gestores públicos brasileiros no enfrentamento deste grave problema social”. O estudo deste ano, salienta, traz uma novidade: um quadro peculiar que revela como está o envolvimento das mulheres com o crime, além de destacar algumas informações sobre violência doméstica.
Mulheres
Em 2009, 8,5% das vítimas assassinadas no Brasil eram mulheres – quase 40 mil morreram nos últimos dez anos. “Falta um acompanhamento sistemático e eficiente sobre a violência contra as mulheres no Brasil. O trabalho da CNM é um dos pioneiros porque os homens são responsáveis pela marca de 90% das vítimas de homicídios”, avalia o dirigente da CNM.
O levantamento indica que, na maioria dos casos, as mulheres são assassinadas em um contexto de violência domestica, em brigas com o marido ou companheiro. “Mas, infelizmente, o Sistema de Informações sobre Mortalidade [SIM] não informa o sexo do autor do homicídio e nem o tipo de relacionamento que existia com a vítima”, lamenta Ziulkoski. Segundo ele, isso impossibilita a detecção mais eficiente de dados em razão de violência doméstica e familiar contra a mulher.
Sobre o estado civil das mulheres assassinadas, as solteiras respondem por 61% nos últimos dez anos, enquanto as casadas representam 17%. A faixa etária mais afetada é a dos 20 a 29 anos, 30%. Depois, vêm as mulheres de 30 a 39 anos, as de 15 a 19 e as de 40 a 49 anos de idade.
Ziulkoski avaliou a importância do estudo elaborado pela CNM. Segundo ele, as estatísticas mostram que, apesar da diminuição no número de homicídios no Brasil, o número de crimes praticados com armas de fogo continua aumentando: passou de 30.865 em 2000 para 35.556 em 2009. “Isso demonstra a falta de políticas públicas para combater a violência e o tráfico ilegal de armas”, critica.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

CIDADES

Saiba como agir em situação de risco e anote os números de emergência



Flagra de rua inundada pela chuva em Campina Grande
Flagra de rua inundada pela chuva em Campina Grande
Karoline Zilah
Apesar das chuvas serem constantes e intensas nos meses de maio e junho na Paraíba, muitos moradores de casas e áreas de risco ainda são surpreendidos pelo efeito devastador de alagamentos e, em alguns casos, de desabamentos. Na hora de uma emergência, é importante saber como sair desta situação e como pedir socorro. Algumas medidas também são importantes para prevenir desastres.
A população pode pedir socorro às coordenadorias municipais de Defesa Civil. Em cidades que não dispõem deste órgão, a ligação é feita para a Defesa Estadual. O Corpo de Bombeiros também está apto a auxiliar em operações de resgate. Consulte os telefones de contato:
Defesa Civil Estadual - 199
Defesa Civil de João Pessoa - 0800 285 90 20
Corpo de Bombeiros - 193
A Defesa Civil de Resplendor, cidade situada em Minas Gerais, postou no site da Prefeitura uma série de cuidados que podem ser adotados pela população. As dicas podem ser consideradas para a situação atual dos municípios paraibanos. Confira abaixo:
Antes das chuvas:
- Faça limpeza dos telhados; desobstrua as calhas; retire entulhos dos quintais, áreas, becos e ruas;
- Faça aterramento dos buracos que acumulam água;
- Reforce (ou escore) muros e paredes pouco confiáveis;
- Providencie a poda ou corte de árvores com risco de queda (procure as secretarias de Meio Ambiente);
- Não jogue lixo ou entulho nas "bocas de lobo" na rua.

Durante as chuvas intensas:

- Mantenha os objetos de maior valor, os móveis e aparelhos na parte mais elevada da casa;
- Aparelhos elétricos quando molhados (ou úmidos) tornam-se perigosos. É melhor desligar a energia;
- Mantenha as portas e janelas das casas sempre bem fechadas ou trancadas, ainda que seja necessário o abandono, a fim de evitar a entrada de entulhos e de animais peçonhentos;
- Evite o contato com as águas em caso de enchentes, devido aos riscos de contaminação por esgotos e poluição das ruas.
Caso esteja de carro:
- Procure um local alto e espere o nível da água abaixar;
- Não pare o carro próximo a árvores ou postes; há risco da árvore não resistir ao vento e cair sobre o carro;
- Poças de água podem esconder crateras; evite-as.
Em casos de desabamentos e soterramentos:
- Nos casos de maior gravidade (havendo muita infiltração, algum barulho estranho, rachaduras nas paredes, etc), abandone sua residência. É preferível perder bens do que perder a vida;
- Quem mora às margens de rios e próximos a encostas também deve sair de casa;
- Fique atento à movimentação do solo, o aparecimento de trincas, rachaduras;
- Nas ruas, evite abrigar-se sob árvores, elas atraem raios, assim como seus galhos podem ferí-lo;
- Cuidado ainda com as marquises: elas podem estar em péssimo estado de conservação e desabar;
- Siga corretamente todas as recomendações dos órgãos responsáveis pelo seu resgate. Eles o ajudarão na retirada de seus bens e salvarão sua vida.

domingo, 1 de maio de 2011

DIA DO TRABALHO

Mesmo com chuva, evento do
1º de Maio reúne 1 milhão em São Paulo

Parte de estrutura no palco na avenida Marquês de São Vicente caiu sem deixar feridos


Agência Estado
O público que saiu de casa na manhã deste domingo (31) para assistir a shows de artistas populares concorrer a carros no evento de 1º de Maio na avenida Marquês de São Vicente, na região central de São Paulo, não contava com a forte chuva que atingiu a cidade no início da tarde. Por conta do temporal, a programação foi suspensa e a plateia voltou para casa sem ver as grandes atrações do dia: Luan Santana e a dupla Fernando e Sorocaba.

Embora a previsão não seja oficial, a Polícia Militar estima que cerca de 1 milhão de pessoas passaram pelo local até às 14 horas, quando a chuva já não permitia mais que os artistas subissem ao palco. A expectativa inicial dos organizadores era reunir, até o fim do dia, 1,5 milhão de pessoas.
Pouco antes da interrupção do evento, durante ato político, parte de uma estrutura ao lado do palco caiu, assustando quem estava próximo. Bombeiros isolaram o local e ninguém ficou ferido.
Além da participação de artistas, o evento também foi marcado pela presença de políticos de diferentes partidos, como o deputado federal Roberto Freire (PPS), o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, e os ministros Carlos Lupi (Trabalho) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência).

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) chegou a ser vaiado ao pegar o microfone para discursar.
Ele, no entanto, minimizou a recepção hostil.
- [A vaia] Foi uma coisa localizada, de pouca gente. Mas [vi] uma recepção muita carinhosa com o trabalhador de São Paulo.
A presidente Dilma Rousseff, que era esperada no evento, não foi e frustrou alguns dos presentes, como o condutor Olivar Santos, que levou seu filho de quatro anos para o evento.
- Eu vim pelo ato político, o maior show hoje seria a nossa presidente aqui. Mas a família veio para ver os artistas.
Já o metalúrgico Gildásio Batista contou ter chegado às 5h para assistir aos shows e esperava ansioso a chuva parar com esperanças de que os shows continuassem.
- Cheguei cedo e vou ficar aqui até acabar. Apesar da chuva, está tudo muito bom.
O encontro do 1º de Maio unificado em São Paulo foi promovido pela Força Sindical, UGT (União Geral de Trabalhadores), CGTB (Confederação Geral dos Trabalhadores do Brasil), Nova Central e CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil).

 



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PARAÍBA, ONDE O SOL NASCE PRIMEIRO

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