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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

UFCG (UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE)

Cientistas da UFCG elaboram atlas para ajudar nos investimentos em energia eólica da PB

Estudo procura elevar potencialidades do estado, podendo permitir investimentos no setor de geração de energia elétrica renovável na Paraíba
Estudo contribui para ampliar energia eólica na PB
Estudo contribui para ampliar energia eólica na PB
Cientistas da Universidade Federal de Campina Grande acabam de finalizar um importante instrumento para a realização de investimentos no setor de geração de energia elétrica renovável no estado. O ‘Atlas Eólico da Paraíba’ é resultado de um convênio firmado em 2009 entre a Eletrobras, Atecel e a UFCG com o objetivo de se elevar o conhecimento sobre as potencialidades de geração de energia elétrica a partir de ventos na Paraíba.

O reitor Edilson Amorim, que em 2010 assinou o protocolo para a produção do Atlas, disse estar orgulhoso com o estudo inédito, ressaltando o quanto é produtiva a parceria entre agências públicas voltadas para a busca do conhecimento e de seu aproveitamento social mais relevante e abrangente.

“De uma forma geral, o Atlas possibilita a compactação de informações estratégicas que permitem a divulgação do potencial dos recursos eólicos, naturais e da infraestrutura do estado para recebimento de investimentos por parte de empresas e investidores do setor de geração de energia elétrica”, esclarece o professor Maurício Correa, coordenador-geral do projeto.

Segundo ele, o trabalho contou com a participação de pesquisadores da Unidade Acadêmica de Meteorologia, no mapeamento do potencial eólico a partir de ferramentas de simulação; da Unidade Acadêmica de Engenharia Elétrica, realizando estudos de viabilidade do sistema elétrico e processamento dos dados medidos; e da Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação, no desenvolvimento de sistemas para acompanhamento remoto dos dados.

A tarefa inclui a instalação de seis torres anemométricas, distribuídas pelas mesorregiões do estado. “São unidades de monitoração com altura de 100 metros para coleta de informações sobre velocidade e direção do vento em três alturas diferentes, bem como temperatura e umidade”, explica o pesquisador, adiantando que o estudo leva em conta a sazonalidade, altitude, bem como o sistema elétrico existente na área, as vias de acesso disponíveis, as áreas de preservação ou de reservas minerais, entre outros aspectos.

O relatório final está sendo concluído e em breve deve ser encaminhado à Eletrobras.

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